LIGUE AGORA (98)3248-2960 - SEJA UM FRANQUEADO

FRASE DO DIA:

"MAIS VALE LUTAR POR DIGNIDADE ABERTAMENTE, DO QUE SE SUBMETER A CORRUPÇÃO EM SIGILO." Autor desconhecido

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Nossos policiais estão sofrendo


Tortura, assédio moral, corrupção: é o que mostra a maior pesquisa já feita nas polícias do país
NELITO FERNANDES
A vida de policial no Brasil não é fácil. E raramente dá motivos para se orgulhar. Os salários são baixos, o treinamento é falho, as armas e os equipamentos são insuficientes para enfrentar o crime. Isso, todos sabem. Mas, até agora, pouca gente havia se preocupado em saber o seguinte: O que pensam os profissionais de segurança pública no Brasil. Esse é o nome de uma pesquisa inédita feita com 64 mil policiais em todo o país pelo Ministério da Justiça em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Com 115 páginas, o estudo, cuja íntegra foi obtida em primeira mão por ÉPOCA, mostra, em números, não só quanto o policial brasileiro é despreparado, mas também como ele é humilhado por seus superiores, torturado nas corporações e discriminado na sociedade. O levantamento revela quem são e o que pensam os policiais – e quais suas sugestões para melhorar a segurança no país. Se o diagnóstico feito pelos próprios agentes é confiável, a situação que eles vivem é desalentadora: um em cada três policiais afirma que não entraria para a polícia caso pudesse voltar no tempo. Para muitos deles, a vida de policial traz mais lembranças ruins do que histórias de glória e heroísmo.
O PM aposentado Wanderley Ribeiro, de 60 anos, hoje presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio de Janeiro, faz parte de um dado sombrio das estatísticas que a pesquisa revela. Como ele, 20% dos agentes de segurança afirmam ter sido torturados durante o treinamento. Trata-se de um índice altíssimo – um em cada cinco. Segundo Ribeiro, em seu curso de formação ele foi levado a uma sala escura com outros recrutas. Os oficiais jogaram bombas de gás lacrimogêneo e trancaram a porta. Do lado de dentro, os recrutas gritavam desesperados implorando para sair. Muitos desmaiaram. “Quando eles abriram a porta, nós já saímos levando socos e chutes e sendo xingados”, afirma Ribeiro. “Tive de fazer tratamento médico porque fiquei com problemas respiratórios.” E qual é a razão desse tipo de “treinamento”? “Eles tratam o policial como um animal, dizem que o PM tem de ser um animal adestrado. Depois, soltam esse animal em cima da sociedade”, diz.

Além da tortura, os policiais são vítimas de assédio moral e humilhações. Em Manaus, um oficial que prefere não se identificar conta que foi impedido de sair do serviço no Dia das Mães. “Eu estava saindo e me perguntaram se eu tinha servido água no jarro do instrutor. Eu tinha esquecido”, diz. “Eles me fizeram passar o dia enchendo um bebedouro de 300 litros com uma tigela onde só cabiam 300 mililitros”, afirma o PM, que publicou num blog imagens de alunos fazendo flexões com a cara virada para um meio-fio imundo.

“A pesquisa demonstra que há um sofrimento psicológico muito intenso. Essa experiência de vida acaba deformando esses policiais, que tendem a despejar sobre o público essa violência”, diz o sociólogo Marcos Rolim, professor de direitos humanos do Centro Universitário Metodista e um dos autores do estudo. “Passamos os anos da ditadura encarando os policiais como repressores e defendemos os direitos humanos, mas nos esquecemos dos direitos humanos dos próprios policiais.”

O levantamento mostra também que casos como o da morte do coordenador do AfroReggae Evandro João da Silva não são fatos isolados, como frequentemente os comandantes procuram fazer crer. Evandro levou um tiro de um assaltante e morreu sem socorro. Um capitão e um sargento abordaram os bandidos e, em vez de prendê-los, ficaram com o tênis e a jaqueta de Evandro, roubados por eles. A corrupção é prática comum na corporação, e os oficiais como o capitão são até mais condescendentes com ela do que os praças. Entre os policiais de alta patente, 41,3% disseram que fingiriam não ter visto um colega recebendo propina. Já entre os praças, o porcentual cai para 21,6%. Chama a atenção o número dos superiores que ainda tentariam se beneficiar da propina: 5,1% dos delegados e 2,8% dos oficiais da PM disseram que pediriam sua parte também, em comparação a 3,7% dos policiais civis e 2,1% dos praças. Paradoxalmente, 78,4% dos policiais consideram “muito importante” combater a corrupção para melhorar a segurança no país.

São números que explicam por que a polícia é tão estigmatizada pela sociedade: 61,1% dos agentes dizem que já foram discriminados por causa de sua profissão. Tanta carga negativa faz com que policiais até escondam sua vida profissional. Tenente da PM do Rio, Melquisedec Nascimento diz que um namoro recente acabou porque os pais da moça não aceitavam que ela ficasse com um policial. “Você só pode dizer que é da polícia depois que a mulher está apaixonada. Se disser antes, ela corre. Todo mundo acha que o policial é um brucutu corrupto. Outro dia eu ia a uma festa e o amigo soletrou para mim o nome da rua: ‘Claude Monet’. Ele achou que só porque eu sou policial não saberia quem foi Monet”, diz ele.

Nota: Artigo publicado na revista época e encaminhado pelo SD PM Samuel Ferreira do Centro de Infirmática e Sistemas da PMMA.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

REQUISITOS PARA AQUISIÇÃO DE ARMA DE FOGO – CIDADÃO COMUM


1. Ter 25 anos;
2. Requerimento SINARM, obtido no site da PF (www.policiafederal.gov.br), preenchido e assinado pelo requerente;
3. Duas fotos 3x4;
4. Declaração de efetiva necessidade e Declaração de que não responde a inquérito policial ou a processo criminal;
5. Apresentação de cópias da identidade e CPF;
6. Certidões de antecedentes criminais fornecidas pelas Justiças (Federal, Estadual, Militar e Eleitoral);
7. Comprovantes de ocupação lícita (carteira de trabalho, funcional, contrato social, etc);
8. Comprovante de residência (dispensável para os servidores públicos da ativa.);
9. Avaliação psicológica, efetuada por psicólogo credenciado pelo Departamento de Polícia Federal;
10. Avaliação de aptidão técnica para manuseio de arma de fogo (Teste de tiro), atestada por instrutor de armamento e tiro do quadro da Policia Federal ou credenciado;
Obs.: A documentação deverá ser entregue em um envelope fechado contendo o nome do interessado.

TAXA PARA AQUISIÇÃO DE ARMA DE FOGO: R$ 60,00

COMO DEVO FAZER?

 O primeiro passo para adquirir uma arma de fogo é acessar o site www.policiafederal.gov.br e na guia ARMAS, preencher o Requerimento SINARM, fornecendo todas as informações solicitadas. Em seguida, deve-se anexar ao Requerimento SINARM; todos os documentos exigidos na página anterior.
 Após anexar a documentação mencionada no item anterior, deve-se protocolizar a documentação no Setor de Protocolo da Polícia Federal..
 De posse do protocolo, o interessado deverá efetuar a avaliação psicológica com um psicólogo credenciado pela Polícia Federal.
 Após o exame de aptidão psicológica, o interessado deverá ser autorizado pela Polícia Federal a efetuar o teste de tiro com instrutor credenciado pela Polícia Federal.
 Após os exames, o processo é encaminhado à autoridade competente para decisão. Autorizada a compra, o interessado deverá receber na Polícia Federal guia para pagamento de taxa e Autorização para Aquisição de Arma. A taxa pode ser paga em qualquer agência ou terminal do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou Casa Lotérica.

 Paga a taxa, o interessado deve apresentar o comprovante de pagamento na Polícia Federal, juntamente com a Nota fiscal da arma de fogo emitida pela loja, para receber o registro.

Fonte: Departamento de Polícia Federal
Endereço: Avenida Daniel de La Touche, nº 4000, Cohama/MA, PELO TELEFONE: (98) 3131-5189 ou e-mail: sinarm.srma@dpf.gov.br

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Inteligência policial na eficiência da segurança pública


Uma das primeiras medidas da atual gestão foi criar o Centro Integrado de Inteligência Policial (Ciisp), cujo objetivo é aprimorar a cultura da investigação dentro das polícias, para fortalecer o combate à criminalidade, bem como garantir o respeito aos direitos humanos e às liberdades individuais.
Milton Michida #

Polícia Civil: ações de inteligência influenciam na eficiência policial.

O Ciisp vem aumentando a integração e captação de dados pelas estruturas de inteligência das polícias. Além de desenvolver atividades de assessoria de inteligência em segurança pública em todo o Estado de São Paulo, o Ciisp acompanha a execução dos planos de segurança pública para subsidiar o secretário com os resultados alcançados.

Juntos, esses dispositivos influenciaram na eficiência policial. Entre janeiro de 2007 e dezembro de 2008, 206.061 prisões foram realizadas. Mas, diferente do que ocorria no passado, o crescimento das prisões se dá num contexto de queda da criminalidade, revelando aumento de produtividade.

O Ciisp promove ainda a troca de informações com órgãos e estruturas de inteligência de segurança pública nacional e internacional. Também colabora com as polícias no aperfeiçoamento de inteligência policial e recebe dados das Salas de Situação do Comando Geral de Polícia Militar, do Centro de Comunicações da Polícia Civil (Cepol) e do Centro de Comunicações do Gabinete da Segurança Pública (Cegab).

Por trabalhar com situações de extremo sigilo, o Ciisp funciona na sede da Secretaria da Segurança Pública e mantém restrito o acesso à Sala de Situação onde trabalham policiais civis, militares e técnico-científicos.

Em situações de grave perturbação da ordem pública, a Sala de Situação pode funcionar como Gabinete de Gerenciamento de Crise, recebendo informações em tempo real dos Sistemas de Inteligência das Polícias e dos Centros de Comunicações.

Fonte: http://www.forumseguranca.org.br/praticas/inteligencia-policial-na-eficiencia-da-seguranca-publica-3

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

REQUISITOS PARA AQUISIÇÃO DE ARMA DE FOGO


REQUISITOS PARA AQUISIÇÃO DE ARMA DE FOGO – CIDADÃO COMUM

1. Ter 25 anos;
2. Requerimento SINARM, obtido no site da PF (www.policiafederal.gov.br), preenchido e assinado pelo requerente;
3. Duas fotos 3x4;
4. Declaração de efetiva necessidade e Declaração de que não responde a inquérito policial ou a processo criminal;
5. Apresentação de cópias da identidade e CPF;
6. Certidões de antecedentes criminais fornecidas pelas Justiças (Federal, Estadual, Militar e Eleitoral);
7. Comprovantes de ocupação lícita (carteira de trabalho, funcional, contrato social, etc);
8. Comprovante de residência (dispensável para os servidores públicos da ativa.);
9. Avaliação psicológica, efetuada por psicólogo credenciado pelo Departamento de Polícia Federal;
10. Avaliação de aptidão técnica para manuseio de arma de fogo (Teste de tiro), atestada por instrutor de armamento e tiro do quadro da Policia Federal ou credenciado;
 Obs.: A documentação deverá ser entregue em um envelope fechado contendo o nome do interessado.
 TAXA PARA AQUISIÇÃO DE ARMA DE FOGO: R$ 60,00

O Comprovante de pagamento de taxa somente será recolhido após autorizada a compra.

COMO DEVO FAZER?

- O primeiro passo para adquirir uma arma de fogo é acessar o site www.policiafederal.gov.br e na guia ARMAS, preencher o Requerimento SINARM, fornecendo todas as informações solicitadas. Em seguida, deve-se anexar ao Requerimento SINARM; todos os documentos exigidos na página anterior.
- Após anexar a documentação mencionada no item anterior, deve-se protocolizar a documentação no Setor de Protocolo da Polícia Federal..
- De posse do protocolo, o interessado deverá efetuar a avaliação psicológica com um psicólogo credenciado pela Polícia Federal.
- Após o exame de aptidão psicológica, o interessado deverá ser autorizado pela Polícia Federal a efetuar o teste de tiro com instrutor credenciado pela Polícia Federal.
- Após os exames, o processo é encaminhado à autoridade competente para decisão. Autorizada a compra, o interessado deverá receber na Polícia Federal guia para pagamento de taxa e Autorização para Aquisição de Arma. A taxa pode ser paga em qualquer agência ou terminal do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou Casa Lotérica.

- Paga a taxa, o interessado deve apresentar o comprovante de pagamento na Polícia Federal, juntamente com a Nota fiscal da arma de fogo emitida pela loja, para receber o registro.


O INTERESSADO DEVERÁ ACOMPANHAR TODO O PROCESSO, NO SEGUINTE ENDEREÇO: Avenida Daniel de La Touche, nº 4000, Cohama/MA, PELO TELEFONE: (98) 3131-5189 ou e-mail: sinarm.srma@dpf.gov.br

Fonte: Departamento de Polícia Federal

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Segurança pública também é dever do cidadão


Todos os dias quase 100 brasileiros perdem suas vidas por causa de uma arma de fogo. Tragicamente, a grande maioria são jovens de 15-25 anos, principalmente afro- descendentes das periferias das grandes metrópoles.


Num esforço para mudar esta realidade, inúmeras organizações da sociedade civil se juntaram com deputados e senadores para aprovar o Estatuto do Desarmamento em 2003. O Estatuto – lei de controle de armas vigente no país – tem como objetivo reduzir cada vez mais estas tragédias, diminuindo o número de armas em circulação e aumentando o controle sobre aquelas armas que continuarão nas mãos da população.


Neste sentido, o Estatuto proibiu o porte de armas, centralizou o registro e criou a primeira campanha de Entrega Voluntária de Armas que foi responsável por tirar 469 mil armas de circulação. De acordo com o Ministério de Saúde, este conjunto de medidas foi fundamental para uma queda em 12% dos homicídios por arma de fogo no país entre 2003 e 2006.


No mesmo viés, este ano foi aprovada a Medida Provisória 417 que visa reduzir ainda mais a quantidade de armas em circulação com a extensão permanente da campanha de Entrega Voluntária de Armas. Além disso, a medida aumenta o controle, determinando que aqueles que não entregarem suas armas devem registrá-las junto à Policia Federal até 31 de dezembro, ou cair na ilegalidade.


Durante a primeira campanha de 2004-2005, quando chamados a entregar suas armas, os cidadãos o fizeram em grande número dando sua contribuição para a segurança pública no país.


Em 2008 e 2009 as organizações da sociedade civil que compõem a Rede Desarma Brasil (composta por mais de 70 organizações em 20 estados brasileiros que tem trabalhado para consolidar o desarmamento no país), estão se mobilizando para tornar a segunda campanha de entrega um sucesso como a primeira.


As organizações da Rede estão trabalhando - cada uma em um canto do país - para articular parcerias entre o estado e a sociedade civil, montar novos postos de recolhimento e disseminar as informações para a população. Nos meses de outubro, novembro e dezembro a Rede Desarma Brasil organizou eventos, caminhadas, debates e reuniões em mais de 10 estados para difundir a campanha. Algumas cidades, como Londrina e Recife já contam com postos de recolhimento funcionando, montados por organizações da sociedade civil.


Aqueles que, apesar do perigo que representa para sua família, optam por não entregar sua arma precisam aproveitar este momento para registra-las – até 31 de dezembro não há taxas nem obrigação de passar por testes psicológicos ou de capacidade.


A Polícia Federal afirma ter registrado e recadastrado mais de 185 mil armas desde o começo da campanha, mas ainda estamos muito longe de registrar as milhões de armas em situação irregular no país. Os movimentos que integram a Rede Desarma Brasil não tiveram problema em apoiar a flexibilização pontual dos requisitos com objetivo de registrar o maior número de armas possíveis dentro deste prazo.



Agora cabe aos donos de armas fazerem sua parte, recadastrando-as até o próximo dia 31. Para um sistema eficiente de controle das armas e munições, bem como para combater desvios e contrabandos, é fundamental contar com um banco de dados atualizado e completo com todas as armas em circulação. Tal sistema permite ações coordenadas de rastreamento e investigação de crimes.


Portanto, esperamos que os “cidadãos de bem” confirmem tal título e registrem ou entreguem suas armas, ajudando assim as polícias e a justiça a fazer seu trabalho. É importante lembrar que a partir de 1º de janeiro, quem estiver com uma arma não registrada estará cometendo o crime de posse ilegal de arma de fogo, sujeito à pena de 1 a 3 anos de prisão. Temos certeza que todos aqueles que realmente são respeitadores da lei não se deixarão cair na ilegalidade por preguiça ou omissão.


Artigo publicado no jornal A Tarde


* Heather Sutton é coordenadora de Mobilização da Área de Controle de Armas do Instituto Sou da Paz

Agentes de trânsito exigem mais condições


Os agentes municipais de trânsito de São Luís realizaram manifestação na Avenida Guajajaras, na manhã de ontem, reivindicando melhores condições de trabalho. Segundo a categoria, há pelo menos dois anos eles não recebem fardamento, razão pela qual trabalham utilizando uniformes rasgados, botas descoladas e bonés sem padronização. Os agentes alegam, também, sofrer assédio moral e punições.

Conforme informou uma das agentes, que não quis se identificar, temendo represálias, o fardamento da categoria deveria ser renovado a cada seis meses, mas isso não ocorre há pelo menos dois anos. Para evitar colocar agentes maltrapilhos nas avenidas da capital, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) estaria desviando-os de suas funções. "Muitos de nós somos realocados em funções administrativas, pois não temos condições de ir para as ruas com as roupas rasgadas, mas não recebemos o diferencial de salários que temos direito, pois mudamos de função".

Outro agente de trânsito que preferiu não ser identificado disse que eles são punidos sempre que reclamam das condições de trabalho. "Nós passamos o dia todo em pé, sob o sol forte. Acho que pelo menos nos pontos da capital onde há agentes fixos deveria haver cabines protetoras para os momentos em que o trânsito estivesse mais calmo, assim não ficaríamos sob o sol. Mas, se reclamamos, eles nos colocam em pontos mais críticos de São Luís como forma de punição", alegou o agente de trânsito. Segundo os diversos agentes presentes na manifestação, os punidos são locados na Cohab e no Anil, onde o fluxo de veículos é maior e o trabalho mais estressante.

Após realizarem protesto na Avenida Guajajaras, os agentes seguiram para o pátio da SMTT, reunindo-se a seguir no auditório do órgão, com o intuito de conseguir uma audiência com o secretário Ribamar Oliveira, que, no momento, de acordo com assessoria de comunicação da secretaria, não estava no local.

O presidente do Sindicato dos Agentes de Trânsito de São Luís (Sindtrânsito), Francisco Paulo Araújo, informou que constantemente os agentes reclamam de assédio moral, falta de auxílio jurídico, de punições sofridas em razão de reivindicações das condições mínimas de trabalho e de falta de autonomia para agir. "Estamos lutando para conseguir os recursos mínimos necessários para a execução de nosso trabalho. Nós não somos reconhecidos, nem valorizados, além de estarmos submetidos a condições degradantes de trabalho", considerou.


Mais

A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) informou que, percebendo a necessidade de novos fardamentos, deu início ao processo licitatório. E esclarece, ainda, que os fardamentos já estão em fase de produção e prova pelos agentes de trânsito.

Fonte: http://imirante.globo.com/oestadoma/noticias/2009/10/20/pagina163457.asp

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Os Desafios da Carreira Militar


A imagem do militar às vezes assusta os jovens entre 17 e 18 anos. Tanto que muitos temem a apresentação militar que são obrigados a fazer quando completam 18 anos, com medo de serem convocados. O que eles não sabem é que o militarismo oferece uma gama de opções de cursos, inclusive de graduação. E tudo isso, com estabilidade profissional, boa remuneração e possibilidade de ascensão.

Entre as opções de cursos superiores militares há os cursos de Formação de Oficiais e os cursos de Engenharia oferecidos pelos institutos militares ITA (Instituto de Tecnologia de Aeronáutica) e IME (Instituto Militar de Engenharia). Abaixo falaremos mais sobre cada um deles.

Escolas preparatórias

Para quem quer entrar desde cedo na carreira militar, pode começar pelas instituições de Ensino Médio, como:
- Escola Preparatória de Cadetes do Ar – Epcar - (Aeronáutica);
- Escola Preparatória de Cadetes do Exército - EsPCex - (Exército);
- Colégio Naval (Marinha).
As vagas nessas escolas são muito disputadas e quem consegue entrar recebe treinamento militar. Porém, quando termina o Ensino Médio, o estudante é automaticamente admitido em uma Academia de Formação de Oficiais. Ele pode, ainda, fazer apenas o 3º ano do Ensino Médio em uma escola militar que assim mesmo terá vaga em uma Academia.

Academias

Nas Academias de Curso Superior de Formação de Oficiais as vagas também são disputadas. Durante os estudos, o aluno recebe uma quantia mensal de 400 a 600 reais, alimentação, vestuário e assistência médica gratuita. O curso dura 04 anos e o aspirante a oficial estuda em regime de internato (dorme na Academia durante a semana e vai para casa nos finais de semana). Além disso, ele recebe aulas teóricas como filosofia, sociologia e psicologia e, é claro, o treinamento militar básico. Algumas das Academias que oferecem Curso Superior para Formação de Oficiais:
- Escola Naval (Marinha);
- Academia da Força Aérea – AFA – (Aeronáutica);
- Academia Militar das Agulhas Negras – AMAN – (Exército);
- Academias Estaduais da Polícia Militar (Como a Academia do Barro Branco – SP, Academia de Polícia Militar D. João VI – RJ e Academia de Polícia Militar de Minas Gerais).

Para uma graduação mais específica, existem os cursos de Engenharia na área militar, especialmente os oferecidos pelo ITA e pelo IME. Conheça mais sobre esses dois institutos abaixo.

ITA

O ITA (Instituto de Tecnologia de Aeronáutica), situado em São José dos Campos (SP), é um órgão de ensino superior do Comando da Aeronáutica e foi criado em 1950. A educação no ITA é voltada para a formação de profissionais de nível superior nos setores da Ciência e da Tecnologia, nas especialidades de interesse da aviação geral. São 2 anos de curso básico (No 1º ano os alunos estudam para o CPOR – Centro de Preparação de Oficiais de Reserva –, um curso de instrução militar, e recebem cerca de um salário mínimo), com forte conteúdo de física e matemática.

Ao final do 2º ano, os estudantes podem escolher entre seguir a carreira de Engenheiro como civil ou como militar. A partir daí o curso de Engenharia segue normalmente, independente da escolha que o aluno fizer. A diferença é que quem escolhe a carreira militar torna-se aspirante a oficial, com salário de aproximadamente 3 mil reais, e faz o preparatório militar com aulas de tiro e atividades físicas específicas. Quando termina a graduação, o aspirante a oficial torna-se Primeiro-tenente Engenheiro e pode chegar a Major-brigadeiro. Ele é enviado para as unidades da Aeronáutica onde irá trabalhar com manutenção de aeronaves, testes de novos equipamentos ou trabalhar com sistemas de defesa.

IME

O IME (Instituto Militar de Engenharia) faz parte do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) e é responsável no Brasil pelo ensino de Engenharia, no âmbito do Exército. O Instituto oferece cursos de graduação, pós-graduação e extensão universitária para militares e civis. Criado em 1959, o IME é resultado de uma fusão entre a Escola Técnica do Exército e o Instituto Militar de Tecnologia.

O curso de Engenharia do IME tem duração de 5 anos. Já a formação militar também tem duração de 5 anos para os optantes pela carreira ativa e de 1 ano para os optantes pela reserva militar. Quem opta pela carreira ativa pode seguir até o posto de General-de-Divisão e, quem opta pela reserva pode, ao final do curso, fazer um estágio de até 6 anos como Oficial da Reserva convocado, para depois retornar ao mercado como engenheiro. A sede do IME fica na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

Cursos

É importante ressaltar que o Engenheiro Aeronáutico pode ganhar até 30% a mais que os demais engenheiros e o número de profissionais da área é inferior à demanda. Para quem não deseja seguir no militarismo, há vagas em empresas de transporte aéreo e na Embraer, com sede em São José dos Campos.

Cursos oferecidos pelo ITA:
- Engenharia Aeronáutica;
- Engenharia Civil Aeronáutica;
- Engenharia de Computação;
- Engenharia Eletrônica;
- Engenharia Mecânica – Aeronáutica.

Cursos oferecidos pelo IME:
- Engenharia Cartográfica;
- Engenharia de Computação;
- Engenharia de Comunicações;
- Engenharia de Fortificação e Construção;
- Engenharia Elétrica;
- Engenharia Eletrônica;
- Engenharia Mecânica e de Armamento;
- Engenharia Mecânica e de Automóveis;
- Engenharia de Metalúrgica;
- Engenharia Química.

Outras Instituições
Engenharia Aeronáutica: USP – Universidade de São Paulo (SP), Unip – Universidade Paulista (SP), Univap – Universidade do Vale do Paraíba (SP), Unitau – Universidade de Taubaté (Taubaté, SP) e UFABC – Universidade Federal do ABC (SP).

Engenharia Cartográfica: UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (RJ), Unesp – Universidade Estadual Paulista (SP), UFPE – Universidade Federal do Pernambuco (Recife, PE), UFPR – Universidade Federal do Paraná (Curitiba, PR) e UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre, RS).

Engenharia Naval: UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ) e USP – Universidade de São Paulo (SP).

Para maiores informações sobre os cursos e as carreiras militares, consulte o site das instiuições:
Intituto de Tecnologia de Aeronáutica -ITA
Instituto Militar de Engenharia - IME
Academia da Força Aérea – AFA
Academia Militar das Agulhas Negras – Aman
Escola Naval da Marinha
Academia do Barro Branco – APMBB - SP
Academia de Polícia Militar D. João VI – APM - RJ

Fonte: http://www.vestibular.brasilescola.com/especial/os-desafios-carreira-militar.htm#