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FRASE DO DIA:

"MAIS VALE LUTAR POR DIGNIDADE ABERTAMENTE, DO QUE SE SUBMETER A CORRUPÇÃO EM SIGILO." Autor desconhecido

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O FIM DA PEC 300, CABO PATRICIO VERGONHA DA PM


Podem acreditar mais hoje está mais fácil a aprovação da PEC da Polícia Civil a PEC 446, defendida pelo nosso antiherói DEPUTADO DISTRITAL CABO PATRÍCIO, que a nossa tão sonhada PEC 300, um direito, uma aspiração de toda as polícias militares do Brasil, o nosso nobre defensor O DEPUTADO CAPITÃO ASSUNÇÃO-PSB, ainda acredita na vitória dos policiais militares, precisamos ser unidos e mostrarmos força a esse antiherói, e aos nossos politícos corruptos, somos policiais militares e trabalhamos para a comunidade e não a politícos corruptos, FORA CABO PATRICIO você não deveria usar essa digna graduação, leia a matéria do Amon Jansem sobre a PEC 446:(Texto de responsabilidade do Capitão PMMA Joselito Mendes Costa)

Aconteceu nos dias 01, 02 e 03 em Brasília-DF, a reunião nacional de representantes classistas dos policiais civis, tendo como tema principal a valorização do trabalhador policial e a PEC 446, o encontro contou com a presença de mais de 60 representantes oriundos de 25 estados brasileiros e do Distrito Federal, sendo os organizadores do evento a COBRAPOL, FENEPOL, FEIPOL e também contamos com a participação valorosa das Centrais Sindicais (CUT, UGT, CGTB e NCST).

A grande questão nacional da policia civil no momento é a luta pela aprovação da PEC 446, antiga PEC 41, que ao obter uma emenda passou a ser assim designada PEC 446, que trata do piso nacional para as policias civis, que ainda não está definido, embora, a grande discussão geradora de várias interpretações e anseios são os valores pagos no Distrito Federal, que hoje fica na casa R$ 7.514,33, todos os policiais civis do Brasil sonham com este piso salarial.

Ficou definido e acordado que teremos os apoios das Centrais Sindicais que participaram da abertura dos trabalhos, acordo este, que será de grande valia e importância, pois elas conseguem dar uma grande abertura e facilitam o contato com o Governo Federal e com o Congresso Nacional.

Estivemos em dois dias no Congresso Nacional para fazer o corpo à corpo junto aos parlamentares, e no mínimo, conseguimos falar com mais de 100 Deputados Federais, sem contar com aqueles que estiveram presentes no próprio evento, no Hotel onde ocorreu. Presente também esteve o chefe de Gabinete do Ministro da Justiça, Tarso Genro, e a temática sempre a mesma, a valorização policial e a PEC 446.

Não temos a ilusão de que tudo será resolvido em um passe de mágica, sabemos das grandes dificuldades que passam as policias judiciárias dos estados, todas praticamente com a corda no pescoço dos seus trabalhadores, pois os estados apenas se preocupam com a segurança pública e a caça aos votos, esquecendo totalmente aqueles que fazem a roda do moinho girar, bem que poderiam utilizar as suas bases no Congresso para impulsionar a aprovação das PEC’s, ao contrário, nada fazem e ainda querem atrapalhar.

Os policiais militares do Brasil estavam em grande número e em várias caravanas, embora, desorganizados e dispersos, na luta pela PEC 300, criando visivelmente uma divisão entre eles, vários oficiais com mandato federal utilizam segmentos desses policiais para tirarem proveito eleitoral e fazerem discursos inflamados, dizendo que a nossa PEC atrapalha a deles, e que entra pauta, mas não leva. Decidimos todos nós que não iríamos discutir a PEC 300, que tem que lutar por ela são os militares, o que nos interessa é a nossa luta organizada e o caminhar pela à aprovação da referida PEC, que esta em regime de urgência, faltando só nomear o relator.

Evitamos a todo custo um embate, a quem interessa a divisão de trabalhadores? Fomos agredidos verbalmente pelo descontrolado Capitão Assunção, Deputado Federal do PSB capixaba, que dizia e vociferava palavras tipo: quero saber quem é contra a PEC 300; não vamos aceitar aqueles que são contra os policiais militares; vocês são covardes...e outras palavras. Temos que fazer a nossa missão e estar preparados contra todo tipo de agressão e covardia.

Temer com Renan e outros parlamentares que ressuscitou a PEC 446 e colocou em risco a PEC 300 (Fonte: Congresso em Foco 04/02/2010 - 06h20) proposta que unifica salários pode ser substituída por outra que estabelece piso da categoria.

Num sinal da divisão dos policiais militares, a reunião em que Temer sacou como solução a PEC 446 teve a participação do presidente da Associação Nacional dos Praças do Brasil (Anaspra), o deputado distrital Cabo Patricio, do PT. Patrício rebate o discurso de seus colegas que defendem a PEC 300. Para ele, eles estão vendendo “ilusões” aos militares. “A PEC 300 é inconstitucional, por mais que tenha passado na Comissão de Constituição e Justiça. O legislador não pode criar despesas para o Executivo sem prever a fonte desses recursos. Isso é tarefa do Executivo”, ressalta o deputado distrital. Além de Patrício, que é vice-presidente da Câmara Legislativa do DF, participaram da reunião sobre a PEC dos PMs os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Wellington Salgado (PMDB-MG), Valdir Raupp (PMDB-RO) e a deputada Fátima Bezerra (PT-RN). Autor da PEC 446, já aprovada no Senado, Renan sugeriu a Temer que os deputados analisassem a sua proposição e arquivassem a PEC 300. Caminho mais seguro na avaliação de Cabo Patrício, a votação da proposta do senador de Alagoas é o caminho mais seguro para a categoria não ficar sem a melhoria salarial. O petista acredita que a PEC 446 poderia ser aprovada já na próxima semana por causa da disposição de Temer em quebrar os prazos regimentais. Ele sugere uma pequena mudança no texto, antecipando de um ano para seis meses o prazo para que os novos salários entrem em vigor. “Não se pode definir valor de um piso salarial na Constituição. O governo criou o piso da educação por lei ordinária. O mesmo vai acontecer agora com os agentes de saúde. Esse é o procedimento legal. Sairá muito mais rápido se apensarmos as duas propostas. O que menos importa é o autor ou o número da PEC”, afirma. O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares diz que não há acordo para a votação nesses termos. “São duas PECs distintas. A 300 rodou 26 estados com audiências públicas e foi desenhada por todos os bombeiros e militares. Não há como incluir agora uma PEC do Senado que não tem apoio social, que nem estabelece o piso. Nossa Casa não é subordinada a nenhuma Casa”, protesta o deputado capixaba, que calcula em R$ 3,5 bilhões, citando estimativas de uma agência de investimentos, o impacto da PEC 300 sobre os cofres da União. Capitão Assumpção dispara contra Cabo Patrício e os dois principais candidatos à sucessão do presidente Lula, o governador José Serra (PSDB) e a ministra Dilma Rousseff (PT). “Tanto o governo quanto a oposição acham que vão ganhar a presidência da República. O discurso dos dois é que segurança pública é investimento, e não despesa. Mas a prática deles é outra”, critica. Na avaliação dele, o deputado distrital que preside a Associação dos Praças resiste à PEC 300 com receio de que o atrelamento do piso nacional aos vencimentos do Distrito Federal prejudique as negociações da categoria na capital federal. “Não posso ser irresponsável de vender um sonho para os profissionais. É muito melhor que fiquem insatisfeitos comigo agora. Na verdade, quanto mais aumentar o salário nos outros estados, mais discurso tenho para reivindicar a melhoria da categoria no DF”, rebate Patrício. “Espero que os parlamentares se sensibilizem, que acabe essa guerra de vaidade, porque quem tem a ganhar com isso é a sociedade”, acrescenta.

O deputado petista diz que o governo tem sinalizado com a possibilidade de ajudar os estados a garantirem um piso de R$ 3,2 mil para os policiais e bombeiros militares em todo o país. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), porém, não garante isso: “O governo não vai encaminhar posição sobre o tema”.

O deputado Nazareno Fonteles (PT-PI) reforça os argumentos contrários à PEC 300. O parlamentar defende a aprovação da PEC 446 e a rejeição da PEC 300. Ele considera indevido estabelecer um valor para o piso na Constituição e afirma que não é razoável igualar ao piso de quem trabalha no Distrito Federal o salário de quem trabalha em estados onde o custo de vida é muito inferior ao da capital federal.

“A PEC 300 é apelativa. Imagina um monte de policial dizendo que vai ganhar R$ 5 mil, mesmo sem curso superior, enquanto um professor com mestrado tem o piso de R$ 4 mil. Quem ganhar R$ 5 mil no Piauí vai ser rico. Isso não condiz com a realidade nos estados”, argumentou Fonteles.

"Eleitoreira e oportunista"

Fonteles explica que uma proposta para mudar a Constituição deve conter apenas a intenção de um piso e não estipular um valor. O deputado diz que o certo é uma lei federal estabelecer o piso, como está previsto na PEC 446 e como foi feito com o piso salarial de outras categorias, como a dos professores.

“Seria uma coisa esdrúxula colocar um valor de piso escrito na Constituição. Nunca foi função do Legislativo impor valores que estados e União devem gastar. Não condiz com a visão constitucional. Não tem sentido que agora, vindo o tempo depois da crise, a gente multiplicar por 10 vezes o valor pago a uma categoria”, considera.

Fonteles qualifica a PEC 300 como uma “medida eleitoreira e oportunista”. “Temos que ter um piso nacional e gradativamente ter perspectivas de aumento e de se completar com recursos da União. O estado de São Paulo poderia estar pagando o mesmo que pagam no Distrito Federal. Mas o Piauí, o Maranhão e outros estados, não”, ressalta.

Segundo o deputado petista, a proposta não tem sido adequadamente debatida pelos deputados. “Deveria discutir sobre os policiais terem nível superior em todos os estados e serem mais capacitados do ponto de vista dos direitos humanos. Quanto mais capacitado, melhor a remuneração. Isso é mais próximo da realidade”, disse Fonteles.

Companheiros de partido de Michel Temer afirmam que defendem o piso, mas sem estipular o valor mínimo vinculado ao salário do Distrito Federal. O vice-líder do PMDB na Câmara Rocha Loures (PR) confirmou que o partido defende a aprovação da PEC 446. Loures justifica que a tramitação dessa proposta seria mais rápida, por já ter sido aprovado no Senado, e que contemplaria os policiais civis. O deputado argumenta também que a PEC 446 evita veto presidencial, já que o valor seria estipulado por lei federal posterior.

“O PMDB defende a aprovação da PEC 446(dos policiais civis), sem estipular o valor, para evitar a possibilidade de veto. A preocupação com segurança é muito grande, então se justifica a proposta. Acho que greve não é razoável”, considerou Rocha Loures.

Texto de responsabilidade única
De Amon Jessen
Presidente do SINPOL


FONTE: SINPOL-MA.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PM do Rio treina tiros com sistema virtual


A Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro vai ganhar um upgrade em seu treinamento: está previsto para chegar no segundo semestre um sistema de simulação interativa que retrata a realidade das favelas em um ambiente virtual. Esse mesmo sistema já está disponível em Manaus (AM) e a previsão de custo para instalação do projeto é de R$ 3 milhões.
O processo que desenvolve o ambiente é o mesmo do cotidiano das autoridades armadas: abordagem do suspeito, tentativa de rendição dialogada e, mediante a falha e o eventual confronto, os disparos, que podem, naturalmente, acertar ou errar o alvo. A tecnologia abrange uma cobertura de 360º do usuário, e todos os elementos do cenário são reproduzidos em tamanho real, logo, a pontaria da PM para ser vencedora no "joguinho de tiro" terá que ser próxima da perfeição.
O curioso é que as armas utilizadas na sessão são reais, ao passo que a munição é trocada (cilindros de gás para pistolas e armas de pequeno porte, gás carbônico para as maiores, como fuzis). No eventual erro do disparo e um tiro recebido pelo inimigo, um cinto acoplado à cintura do oficial dá um leve choque para simular o impacto, seguido de um alerta dizendo que o policial "morreu".
Ao que tudo indica, o principal objetivo desse novo sistema é aprimorar o policiamento nacional para os eventos esportivos vindouros: a Copa de 2014 é um exemplo. O turismo em ditos eventos aumenta consideravelmente, o que inevitavelmente trará a necessidade de uma força policial mais representativa nas ruas a fim de evitar o aumento desenfreado da criminalidade.

Fonte: http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=23415859

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Arquivos Secretos da Polícia

Quando se pensa em polícia a primeira coisa que uma pessoa que não conhece a doutrina da atividade policial pensa é em truculência, despreparo e principalmente que policiais não são seres humanos, não tem sentimentos e não sentem nada em tirar a vida de uma pessoa. Admiro os policiais que exercem sua carreira com dedicação e se abstém até mesmo da sua própria vida social, ou às vezes da própria família para conseguirem realmente o seu objetivo que é ser um policial por completo, ou seja, superior ao tempo, integro e firme nas suas ações, além de possuir um condicionamento físico impecável e uma precisão que poucos cirurgiões conseguiriam ter em toda a sua vida. Pois bem, se para o cirurgião o bisturi é o instrumento de trabalho, para o escritor a caneta (hoje o notebook), para um policial o instrumento de trabalho é o seu treinamento e sua arma, com a qual consegue salvar não a vida de uma pessoa mais a vida de centenas. O policial se for bem observado pela sociedade para a qual trabalha pode ser comparado a um anjo da guarda lembra-me de diversas situações que vivi que quando chegávamos aos bairros da periferia e nos instalávamos de forma permanente, as ruas passavam a ter mais brilho, as pessoas permaneciam mais tempo na porta de suas casas, e isso era gratificante, e em outra época não tão importante mais também necessária recordo do período em que o governador José Reinaldo Tavares caiu do helicóptero e em poucos minutos foi socorrido pela sua equipe de segurança que através de um trabalho profissional resgatou o Governador em prefeitas condições com firmeza e técnica, isto fez com que o governador observasse com mais atenção a sua equipe de policiais que estavam temporariamente exclusivamente a sua disposição na condição de Chefe de Estado. Fico perplexo em ler o comentário contrário a PEC 300, por parte de redator do jornal O IMPARCIAL que chama de DEMAGOGA A PEC 300, ora é demagogo a magistratura, o ministério público, a procuradores do Estado, ter salários condizentes com sua atividade, não ninguém questiona, mas é sim necessário se pagar bem a determinadas categorias profissionais, sinto ter que esclarecer a tão nobre jornalista que é policial militar quem pode ser e o ingresso é bastante rigoroso seja pela exigência física, intelectual e até mesmo pela necessidade de uma ficha limpa, que nem todo mundo tem. O vídeo diário secreto da polícia mostra um pouco da atividade policial e a quem ainda tem dúvida se a polícia deve ganhar um salário diferenciado do restante das categorias profissionais, é só assistir e tirar suas conclusões. Ser policial militar é antes de tudo amar aquilo que faz, acreditar que apenas através de atitudes corretas conseguiremos mudar a vida das pessoas para melhorar, é acreditar na pátria acima de tudo e defender a sociedade e o poder legalmente constituído mesmo às vezes não acreditando neles. Deus, Família e a Pátria acima de tudo, somos policiais militares. QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!

A PEC 300 AGORA É PEC 446

Com informação do blog da ASPRASE, está registrado que a PEC 300/08, foi apensa a PEC 41, e agora as duas tornaram-se a PEC 446, lembramos que a PEC 41 já foi aprovada pelo Senado, leia mais no blog da ASPRASE do sargento Araújo de Sergipe.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dignidade sim! Esmola não!


Sou policial militar a aproximadamente quinze anos e me orgulho da minha profissão a cada dia dessa jornada profissional, mesmo sabendo que às vezes não somos valorados como seres humanos, isto por parte da Corporação que em muitos momentos deixa sobrepor à vontade política a necessidade de segurança e paz social que a comunidade almeja. É difícil prender jovens que às vezes chegamos a comparar aos nossos filhos quando olhamos para pequenas pessoas ainda começando a conhecer o mundo e já se iniciando na triste realidade do mundo criminoso, sombrio e desumano. Aos pais de adolescentes e jovens que percebem desvios de condutas em seus filhos sempre digo, eduquem os seus filhos para que a polícia não o precise fazer mais tarde, e sorte dessa criança se esta for corrigida pela polícia, o que nem sempre acontece.
Acho que começam a perguntar o que tem a ver com o título, agora vem a resposta, a algum tempo a sociedade indignada com a marginalidade que assola o Estado do Rio de Janeiro e São Paulo, começou a debater em diversos fóruns e na mídia o que fazer para combater a marginalidade a aí iniciaram campanhas para que se fossem concedidos descontos em supermercados, farmácias, e outros comércios e serviços para policiais militares. Tudo bem até agradecemos, mas com o reconhecimento de alguns Governantes em reconhecer o trabalho e a importância da atividade policial, passamos a ter mais dignidade e com isso passamos a ser mais respeitado como profissionais.
Vamos a alguns exemplos, no ano de 1995 até aproximadamente o início do ano de 2003 o salário da Polícia Militar do Maranhão era vergonhoso (não que esteja uma maravilha), e vários policiais tinham vergonha de declinar sua profissão, sendo neste período os Oficiais que vieram de famílias mais abastardas incentivados a largar a profissão (o que é extremamente difícil quando se acredita no trabalho que se realiza), e tendo vários praças, soldados e sargentos pedido desligamento voluntário, o que acontece até hoje nos quadros da Corporação, mas com o aumento e esse foi o único que tivemos até a presente data, passou-se a se observar uma polícia diferente, ações de combate a criminalidade mais efetivas, operações mais pontuais e o empenho dos policiais em realizar um bom serviço, atendendo (como é previsto na constituição) a população de forma eficaz e eficiente.
O aumento do vencimento (salário) dos policiais acarretou sim em uma melhoria do serviço oferecido a comunidade em geral, e a uma prestação de serviço mais célere e eficiente, tudo isto graças a vontade política, porque muitas das vezes a não valorização da carreira policial esconde por trás o interesse de alguns em manter a intranqüilidade pública, e o terrorismo da insegurança para com isso forças as pessoas a encher os cofres das empresas de segurança, como exemplo disso podemos observar a febre dos condomínios que assolou a todo o país, acabaram-se os bairros onde as crianças jogavam bolas nas ruas, até nas periferias e bairros mais distantes já nascem grandes conglomerados de condomínios.
A Polícia Militar ainda é a Instituição Pública com maior respeito pela população, as pessoas por mais que as vezes tenham medo ou raiva da Polícia por ser ela uma reguladora de direitos da sociedade ainda tem grande respeito pela Corporação, mesmo os ricos ainda obedecem a autoridade policial, porque a JUSTIÇA que é cega pode até soltá-los, mas passarão pelo constrangimento de serem conduzidos em camburão da Polícia Militar, e neste contexto sou a favor do uso de algemas defendido pelo Deputado Marcelo Itagiba, delegado federal aposentado, que também defende a PEC 187, que visa alterar os artigos 24, 30 e 144 da Constituição Federal, entre outra atribuições visa atribuir competência legislativas aos municípios para tipificação e repressão de práticas antissociais (fonte: Revista Mural, Dezembro/2009-n. º 07), na prática as contravenções como ato obsceno em via pública, urinar em via pública e outras como emissão de ruído som acima do permitido, seriam de competência da Guarda Civil ou Guarda Municipal, ficando a Polícia Militar com o Patrulhamento Urbano e os crimes de maior gravidade. Grande projeto que se aprovado vai garantir um melhor serviço a comunidade e aos municípios finalmente organizarem e utilizarem as suas guardas municipais com maior vitrine, porque hoje a maioria das guardas municipais dos municípios do Brasil não são operantes, a exemplo a de São Luís, capital do Maranhão.
Com o advento do Projeto a Emenda Constitucional nº 300/2008(acesse http://www.camara.gov.br/Sileg/Prop_Detalhe.asp?id=414367) que altera a redação do § 9º do art. 144 da Constituição Federal, de autoria do Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá do PTB/SP (http://www2.camara.gov.br/internet/deputados/biodeputado/index.html?nome=ARNALDO+FARIA+DE+S%C1&leg=53), passou a categoria profissional dos policiais e bombeiros militares a acreditarem no sonho de não precisar mais aceitar esmolas como é o caso de outro Projeto de Lei como a que reduz o IPI (imposto sobre produtos industrializados) de autoria Deputado Federal Major Fabio – DEM/PB, mas não deixando também de elogiar o nobre Parlamentar que tem lutado arduamente juntamente com o Deputado Federal Capitão Assunção-PSB/ES (http://www.camara.gov.br/internet/deputado/Dep_Detalhe.asp?id=525214).
Outros projetos de Lei como no caso o do Deputado Federal Mauro Nazif-PSB/RO, tratam do estabelecimento de uma jornada de trabalho de 8(oito) horas diárias e no máximo 44(quarenta e quatro) semanais, e também do Deputado Mauro Nazif tramita o Projeto de Lei que cria gratificação de 30% para policiais que exercem atividade operacional, nada mais justo se pagar mais aqueles que realmente estão na atividade fim da Corporação, ou seja, patrulhamento urbano. (maiores informações http://joaoalfredonepomuceno.blogspot.com/).
Enfim o que desejamos como profissionais de segurança é ganhar o justo com cada posto ou graduação que ocupemos para poder servir de forma tranqüila e proteger a vida das pessoas, garantindo a segurança da comunidade em que nós mesmos fazemos parte.

QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!

Petista manifesta apoio à equiparação salarial nacional de policiais e bombeiros


O deputado federal Washington Luiz Oliveira (PT/foto) manifestou apoio à PEC 300 (Proposta de Emenda à Constituição), que estabelece um piso salarial para os policiais e bombeiros militares com base na remuneração do Distrito Federal, que é a maior do Brasil.
Para unir forças em torno da aprovação da PEC, um grupo de profissionais da segurança pública esteve no gabinete do deputado. Eles realizaram uma grande manifestação em Brasília, no início desta semana pedindo a aprovação da Proposta.
Washington Oliveira manifestou o seu apoio à categoria e afirmou que trabalhará pela tramitação da PEC. “São profissionais de extrema importância que necessitam ter o seu trabalho reconhecido”, disse o parlamentar que também destacou a luta destes profissionais num discurso que fez no plenário da Câmara.

Fonte: http://colunas.imirante.com/mariocarvalho/

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Segurança pública: problema de todos, solução também


Muitos países sofrem com os altos índices de criminalidade e violência e com as dificuldades das instituições públicas para lidar com a situação. Na América Latina, esta é a realidade da maioria dos países que hoje vivem, em maior ou menor grau, processos de reestruturação de seus sistemas de segurança e justiça. A violência é a primeira entre as causas de morte no Brasil, Colômbia, Venezuela, El Salvador e México.


Repressão à violência é importante, mas é uma abordagem pontual que não incide sobre os fatores geradores de insegurança. As instituições policiais não podem, sozinhas, dar conta da segurança pública.


O fenômeno da violência e da criminalidade é extremamente complexo, multifacetado e dinâmico, exigindo uma abordagem integrada, multi-setorial, que envolva a sociedade como um todo na busca de soluções efetivas e sustentáveis. Intervenções que acionem apenas as instituições policiais ou de justiça criminal, desarticuladas, não oferecem resultados duráveis, até porque o campo de ação destas instâncias sobre as possíveis causas do fenômeno é limitado.


Os efeitos cotidianos da violência e da criminalidade são sentidos, em primeiro lugar, pela comunidade e seus membros, seja sob a forma de eventos concretos, seja através da “sensação de insegurança”. Para uma atuação preventiva, é preciso ouvir os atores locais. A participação comunitária é fundamental para a consolidação de uma verdadeira política pública.


Atuar preventivamente sobre fatores como a degradação ambiental, o desemprego, problemas de saneamento, iluminação pública e falta de opções de lazer, a chamada “prevenção primária”, pode trazer benefícios efetivos para a Segurança Pública.


Nas discussões nacionais e internacionais sobre Segurança Pública, cresce cada vez mais a importância das cidades. A instância governamental mais próxima dos problemas vividos pelos cidadãos tem papel crucial na implementação de soluções ajustadas aos contextos específicos da comunidade. Desta forma, os governos locais podem ajudar e muito as ações das organizações policiais.


O papel da polícia sempre esteve atrelado à idéia de manutenção da ordem e proteção do Estado e de seus governantes. O conceito de segurança humana move o foco para os cidadãos, para a garantia de seus direitos individuais e coletivos, dividindo essa responsabilidade com a sociedade civil.


A América Latina conta com um número considerável de instituições acadêmicas e organizações não governamentais trabalhando em questões relacionadas ao desenvolvimento do sistema de segurança pública. Estes atores precisam não só se fortalecer coletivamente para poder exercer maior influência nas agendas regionais, como também criar mecanismos que facilitem a relação e a interação com os membros das forças policiais interessadas em modernizar suas próprias instituições.


Existem muitos jovens oficiais de polícia com idéias novas e criativas e que gostariam de ver mudanças, mas carecem de ajuda política e institucional para pensar e testar alternativas inovadoras. É preciso promover o fortalecimento destes atores e o estímulo a sua expressão e manifestação.


Convidamos você a refletir sobre estas questões, participar e propor debates, colaborar com suas propostas e questionamentos, pois acreditamos que juntos podemos avançar tanto no plano das idéias quanto das ações, no caminho da construção de comunidades seguras


Fonte: http://www.comunidadesegura.org/pt-br/seguranca-publica/sobre-o-tema